De boas no Facebook quando vejo uma publicação sobre um novo filme do Bob Esponja. Começo a ficar animada, já que eu amei o primeiro filme, com suas músicas fodas que humilham todos os filmes "High School Music" (olha que pra isso não precisa de muito esforço) e parto pra caçar o trailer.
[Gibe dublagem plox]
Um livro em que você escreve alguma coisa nele e essa coisa acontece? Sinto um cheiro de Death Note/The Barbie Diaries aqui... Desconfio que quem escreveu a estória seja um fã de animes/tokusatsus, um fã de Guns N' Rosesou um usuário de LSD. Ou os três. Mas deve ser bem interessante, já que... É BOB ESPONJA, CARA.
Quero muito assistir esse filme. Porque é Bob Esponja. É 3D. Geral maromba. Antonio Banderas. E tem sorvete.
[Bob fazendo cosplay daquele cara que você sempre vê na academia, que só malha os braços]
*tira a poeira* Depois de muito tempo eu volto com uma "resenha de uma coisa que ainda não vi". Estava de boas na escola quando uma amiga me chama e diz: "Comprei uma revista que fala de anime que tem a ver com o Brasil!". Antes que eu pudesse gritar (porque o BR é lindo maravilhoso xerozo), lembrei que estávamos numa biblioteca, fiquei quieta e comecei a folear a revista. Até agora só assisti dois episódios, mas estou adorando.
Michiko to Hatchin (ミチコとハッチン) foi escrito por Takashi Ujita, produzido pelo estúdio Manglobe e dirigido por Sayo Yamamoto. O cenário da estória (várias cidades brasileiras como Rio, Recife e Olinda foram utilizadas como inspiração) é um país fictício baseado na América do Sul (com um leve toque de Espanha)
Decidi escrever somente sobre três personagens. Se eu for escrever mais, acabo dando muito spoiler e_e
Michiko Malandro
Uma mulher revoltada/selvagem/independente/v1d4 l0k4/rolezera que escapou de uma prisão de segurança máxima pela quarta vez (Essa é BR). Ela tem uma tatuagem misteriosa no abdome (não sei se é de máfia/facção).
Hana "Hatchin" Morenos
Uma criança que vivia com seus pais adotivos, sendo vítima de maus tratos tanto pelos pais quanto pelos dois filhos deles. Acaba conhecendo Michiko e "simpatizando" com ela (já que Michiko tem informações muito importantes sobre seu o passado), mesmo não querendo "ir na dela". Ambas possuem a mesma tatuagem no abdome.
Atsuko Jackson
Conhece Michiko há muito tempo. É uma policial.
Algumas imagens:
Lembra muito aqueles trajes baianos.
Essa nota é bem familiar...
Até tem aqueles tiozinho bêbado de porta de bar
Aposto que tem gente shippando as duas
"Cerveja", a melhor marca de cerveja que existe.
Rio de Janeiro, é você?
Uma referência a uma das maiores belezas do Brasil. O mar s2
Algo que eu achei muito interessante, foi a participação do brasileiro Alexandre Kassin (famoso por vários trabalhos com Los Hermanos, Vanessa da Mata e muitos outros) na trilha sonora do anime.
Opening "Paraiso" por Soil & Pimp Sessions
Ending "Best Friend" por Karutetto (do ep 1 ao 21)
Pelo que li, algumas pessoas da equipe são apaixonadas pela cultura brasileira.
Isso serve de lição pros "otaquinhos" que vivem xingando a cultura do Brasil e endeusando a japonesa.
Sim, funk é considerado cultura, mas experimente escutar outros tipos de música brasileira, pesquise bastante sobre seu país. O Brasil é um país grande e bonito demais pra ter uma cultura "lixo", sendo tão variada.